Como migrar seu sistema de Assistência Social com segurança e eficiência

Migrar de sistema de assistência social pode parecer desafiador, mas com planejamento é um passo seguro rumo à inovação. Conheça as 4 etapas essenciais — planejamento, escolha do sistema, preparação dos dados e implantação — e saiba como o Gestão 360 - Social da Seta Sistemas conduz esse processo com segurança, preservação do histórico e suporte humanizado.

Você já parou para pensar em quanto tempo sua equipe perde por causa de um sistema lento, difícil de usar ou que não entrega os relatórios que você precisa? Se a resposta for “sim”, talvez seja hora de considerar uma migração.

Trocar de sistema pode parecer assustador — afinal, estamos falando de dados sensíveis de famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade, históricos de atendimento, benefícios e muito mais. Mas com planejamento e o parceiro certo, esse processo pode ser feito com total segurança e sem interrupção dos serviços.

A Seta Sistemas®, com mais de 30 anos de experiência no setor de tecnologia, preparou um guia completo sobre como realizar essa transição. Neste artigo, vamos resumir os principais pontos para te ajudar a dar esse passo com confiança.


Por que migrar?

Antes de falar sobre o “como”, vale refletir sobre o “por quê”. Alguns sinais de que está na hora de mudar de sistema incluem:

  • Dificuldade para gerar relatórios e indicadores de desempenho
  • Falta de integração entre setores ou unidades
  • Ausência de prontuário eletrônico ou módulos atualizados para o SUAS
  • Suporte técnico precário ou sistema desatualizado
  • Processos manuais que poderiam ser automatizados

Se sua instituição se identifica com algum desses pontos, o Gestão 360 – Social da Seta Sistemas pode ser a solução que você está procurando: uma plataforma em nuvem, com prontuário eletrônico, relatórios inteligentes e suporte humanizado.


As 4 etapas da migração

1. Planejamento e avaliação

O primeiro passo é entender onde você está antes de decidir para onde quer ir. Isso significa mapear as funcionalidades indispensáveis do seu sistema atual e identificar claramente as suas limitações — gargalos operacionais, dificuldades de registro, falta de módulos essenciais.

Mais importante ainda: aproveite esse momento para rever os seus processos internos. A migração é uma oportunidade de ouro para corrigir fluxos de trabalho que, ao longo do tempo, foram sendo adaptados de forma improvisada. Digitalizar erros antigos não é evolução — é replicar problemas em uma nova embalagem.

2. Escolha do novo sistema

Nem todo sistema é igual, e a escolha precisa ser feita com critério. Avalie:

  • Funcionalidade: O sistema atende às especificidades da sua instituição? Possui módulos para atendimentos, benefícios, encaminhamentos e relatórios do SUAS?
  • Suporte: O fornecedor oferece acompanhamento durante e após a implantação? O suporte é ágil e humanizado?
  • Integração: O sistema se conecta a outras ferramentas que você já usa, como contabilidade, portais ou plataformas de comunicação?
  • Usabilidade: A interface é intuitiva para toda a equipe, incluindo profissionais com menos familiaridade com tecnologia?

Essas perguntas são fundamentais para garantir que o novo sistema resolva os problemas do antigo — e não crie outros.

3. Preparação dos dados

Aqui mora um dos maiores riscos de uma migração mal planejada: a qualidade dos dados. Antes de mover qualquer informação, é preciso:

  • Solicitar a exportação dos dados ao fornecedor do sistema atual (geralmente em formatos como SQL ou CSV).
  • Limpar e padronizar as informações: atualizar cadastros desatualizados, corrigir inconsistências, remover duplicatas.

Dados sujos geram relatórios incorretos, dificultam o acompanhamento de famílias e podem comprometer decisões importantes. Investir tempo nessa etapa é investir na qualidade do seu trabalho futuro.

4. Migração e implantação

Com tudo preparado, é hora de executar. Algumas boas práticas:

  • Agende a migração para um período de menor movimento da instituição.
  • Desligue o sistema antigo em todos os computadores durante o processo para evitar conflitos de dados.
  • Considere uma implantação por etapas — por setor, unidade ou funcionalidade — para facilitar o acompanhamento e reduzir impactos.
  • Capacite sua equipe antes, durante e após a implantação. Um bom sistema só entrega resultado quando as pessoas sabem usá-lo.

Por que escolher o Gestão 360 – Social?

O Gestão 360 – Social® foi desenvolvido pela Seta Sistemas especificamente para a gestão do SUAS — não é um sistema genérico adaptado para a assistência social. Ele conecta tecnologia, propósito e gestão de dados em uma única plataforma, pensada para apoiar tanto os profissionais de linha de frente quanto os gestores estratégicos.

Entre os diferenciais estão:

  • Plataforma 100% em nuvem
  • Prontuário eletrônico completo
  • Relatórios e indicadores inteligentes
  • Processos integrados entre setores
  • Suporte humanizado e próximo
  • Mais de 30 anos de experiência no setor

Dê o próximo passo

Migrar de sistema é uma decisão estratégica — e não precisa ser feita sozinho. A Seta Sistemas acompanha cada etapa do processo, garantindo estabilidade, preservação do histórico e continuidade dos atendimentos.

Se você quer entender melhor como funciona o processo de migração ou conhecer o Gestão 360 – Social®, acesse o conteúdo completo no site da Seta Sistemas:

👉 Como migrar meu sistema de assistência social — Seta Sistemas


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